À medida que nos aproximamos da finitude de mais um ciclo, surge inevitavelmente a questão – ou interjeição, que nos acompanha desde que o mundo é mundo: “Será este o ano? ” O ano em que finalmente avançamos? O ano em que mudamos de rumo? O ano em que nos reencontramos com aquilo que verdadeiramente importa? Entre balanços, agradecimentos e projecções, abrimos espaço para novas expectativas, para sonhos antigos que pedem lugar e para desejos que, discretamente, se vão alinhan